20 10 / 2012

Caixas de Sonhos para Crianças sem Lar

Arte é um portal para o mundo dos sonhos. Quando alguém faz arte, se conecta ao seu mundo interior, numa viagem fascinante que permite, pelo menos por algum tempo, se desligar da sua realidade, muitas vezes dura, e viver no mundo dos seus sonhos, da sua imaginação. É a nossa capacidade de sonhar com uma realidade melhor do que aquela que nos cerca que nos permite ter esperança e coragem para transformar o mundo em que vivemos para algo melhor.

“A esperança é o sonho do homem acordado.” - Aristóteles

Ninguém vive melhor a experiência de sonhar pela arte do que as crianças. E foi pensando nisso que Grace Furuta, com apenas 6 anos de idade, submeteu seu projeto Caixa de Sonhos (Dream Box) para a Awesome Foundation Oahu e ganhou o primeiro apoio do capítulo, em Abril.

O projeto irado consiste em montar caixas contendo material de arte, como lápis de cor, canetinhas coloridas, gizes de cera, canetas marca-texto, tesoura e papel, e distribuí-las para crianças sem lar, através de visitas a abrigos, acompanhadas por uma professora que mostraria a importância da arte a estas crianças.

Segundo Grace, “Quando uma criança se sentisse solitária, pegaria sua Caixa dos Sonhos e encontraria lá tudo o que ela quisesse fazer”.

Ao submeter seu projeto, Grace informou ainda que cada caixa teria o custo estimado de US$ 20,00 (cerca de R$ 40,00), e a professora, US$ 200,00 (cerca de R$ 400,00).

A menina foi surpreendida em sua escola por representantes da Awesome, para receber a notícia de que foi a primeira apoiada pelo capítulo de Oahu. Ela e sua mãe esperam que a idéia torne-se um sucesso e inspire outros patrocinadores a levarem-na adiante, fazendo mais crianças felizes.

Uma idéia simples pode ter um grande impacto na vida das pessoas. Se você tem alguma idéia irada como esta e tem vontade de realizá-la, envie-nos sua proposta e você poderá ganhar o nosso apoio!

“Sonha e serás livre de espírito… luta e serás livre na vida.” - Che Guevara

21 9 / 2012

Cientista + Nitrogênio Líquido + Bolinhas de Ping Pong = Explosão Irada

Este é o professor Roy Lowry, da Universidade de Plymouth. Mas por que ele está tapando os ouvidos?

Ele encontrou uma maneira divertida de demonstrar a expansão que o nitrogênio líquido sofre ao voltar ao estado gasoso: trancá-lo numa garrafa pet, colocá-la no fundo de um grande recipiente e cobrir com 1.500 bolinhas de ping pong. Eis o resultado:

Você quer uma ajudinha para colocar na prática alguma ação irada? É muito fácil! A cada dois meses, escolhemos um projeto e apoiamos com R$ 1.000,00!

As inscrições estão permanentemente abertas! Envie sua proposta agora e, se ela for mesmo irada, poderá ser eleita a grande vencedora do próximo ciclo!

Fiquem ligados, pois, a cada ciclo, vamos divulgar aqui as idéias que acharmos mais interessantes e, é claro, a mais irada, que ganhará o nosso apoio!

Use sua imaginação! Queremos ver o Rio ficar mais irado!!!

10 9 / 2012

Finalistas Irados

Na nossa primeira rodada de seleção de projetos discutimos e selecionamos um dentre 47 inscritos. Essa escolha não foi fácil, e em particular outros 2 projetos se destacaram dos demais. Eles podem não ter ganho dessa vez, mas suas idéias iradas merecem espaço.

O projeto “Buus - Passageiros Unidos” ataca o problema do transporte metropolitano. O abuso do uso de automóveis nas grandes cidades piora o trânsito e aumenta a poluição do ar, mas o conforto oferecido seduz um número cada vez maior de pessoas. Para contra-atacar é importante aumentar as vantagens do transporte em massa. A idéia do Buus é simples: uma rede virtual de informação sobre a localização e lotação dos ônibus na cidade do Rio de Janeiro, alimentada e acessada pelos próprios usuários através de seus smartphones. Saber o tempo até o próximo 485 chegar e saber se deixar esse 485 passar e esperar mais 2 minutos pelo próximo para ter lugar pra sentar, seria irado! Tanto que os autores ganharam recentemente o prêmio principal do concurso Rio Apps.

Já o projeto “Vetiver na diminuição de riscos de acidentes naturais” tenta aliviar o problema da erosão do solo e evitar tragédias como a que abalou a Região serrana do Rio de Janeiro em 2011. A Vetiver é uma planta de raízes profundas que podem chegar a 4m em 1 ano, ajudando na fixação do solo. E o que é bacana é que as comunidades em zonas de risco podem elas mesmas (im)plantar essa solução. Divulgar essa idéia e resolver o problema dos deslizamentos com uma ferramenta natural e ecológica, também seria irado!

05 9 / 2012

Hackear os telecentros é irado!

Selecionamos o primeiro projeto a receber o prêmio do recém-lançado capítulo da Awesome Foundation no Rio. Das 47 propostas inscritas, a vencedora foi “Dojo Social- Hackeando Telecentros”, enviada por Luiz Bruno Vianna, voluntário da ONG Fabricando Empresários.

A ideia do Luiz é usar os espaços de telecentros da ONG, espalhados pela baixada fluminense, para fazer reuniões periódicas com programadores interessados em solucionar problemas reais da cidade ou do bairro. O foco está em soluções de baixo custo, abertas, que usem software e hardware livre. Ele pretende ainda transmitir ao vivo pela internet todos os encontros, para ampliar ainda mais a rede ligada ao projeto. É ou não é uma ideia incrível?

O Diogo Biazus, trustee da Awesome Foundation, foi conferir de perto e entregar o prêmio (e logo deve postar logo mais um relato detalhando a aventura).

Para saber mais sobre o projeto do Luiz Vianna:
http://www.fabricandoempresarios.org.br/blog/?p=939

Estamos recebendo inscrições para o próximo prêmio. Assim como na rodada passada, são 1 mil reais para a ideia mais irada. E o que é uma ideia irada? Veja o post sobre os noves princípios irados.

Só recapitulando, a Awesome Foundation nasceu em 2009 nos Estados Unidos com o objetivo de ajudar a transformar ideias em projetos por meio de um incentivo financeiro sem burocracias. O dinheiro é doado por pessoas que organizam os capítulos regionais, em uma espécie de clube de crowdfunding.

29 6 / 2012

Quando o Mundo é seu Professor de Dança

Em 2005, Matt Harding postou um vídeo na internet. É uma compilação de clipes dele dançando - mal - em localidades ao redor do mundo. Era seu cartão postal em vídeo de um passeio estendida, um período de férias que começou em 2003, quando ele largou o emprego e começou a seguir seus amigos australianos em suas peregrinações globais. Era colorido, charmoso e se tornou rapidamente muito popular.

Seguiu-se em 2006 um segundo vídeo, que era, na melhor forma possível, mais da mesma coisa. Em algumas partes belas e remotas do mundo, Matt dança como um idiota, ocasionalmente assistido por espectadores perplexos. Os dois primeiros compartilham o mesmo DNA musical - o primeiro tem como fundo Sweet Lullaby do grupo Deep Forest, enquanto que o segundo usa uma faixa remixada, construída a partir de Rorogwela, uma canção de ninar das Ilhas Salomão, sampleada (ilegalmente) pelo Deep Forest para sua trilha de sucesso. O vídeo de 2006 foi ainda mais popular e trouxe a Matt o patrocínio da Gum Stride, que lhe permitiu continuar suas viagens pelo mundo.

Algo muito interessante aconteceu com Harding entre seu vídeo de 2006 e seu subseqüente em 2008. Nós vemos a mudança cerca de 50 segundos em seu terceiro vídeo. Ele começa como nos outros, com Matt dançando sozinho na frente da paisagem que é linda, árida ou estranha. E então o quadro enche multidões de pessoas que se juntam a ele, também dançando como idiotas. Matt deixa de dançar ao redor do mundo para dançar com o mundo.

Eu encontrei o Matt algumas vezes, mas eu não o conheço suficientemente bem para fazer uma declaração ampla e abrangente sobre sua evolução como ser humano. Ainda assim, eu vou argumentar que em algum momento entre 2006 e 2008, ele cresceu. Nos vídeos de 2005 e 2006, ele está viajando ao redor do mundo para lugares que ele sempre quis ver, pedindo a seus companheiros de viagem ou transeuntes para segurar a câmera. Para o vídeo de 2008, ele está viajando com Melissa Nixon, sua namorada (agora parceira / esposa / cônjuge ), e eles estão muito conscientemente fazendo um vídeo viral. Lendo o livro de Matt sobre a experiência, ele e Melissa dicutiramsobre a importância e a ética por todo o projeto, tomando a decisão de começar a convidar as pessoas a vir do fundo para o quadro, e encontrar maneiras de agradecer as pessoas adequadamente por fazerem parte do vídeo.

Uma das maneiras pelas quaid Matt assumiu a responsabilidade no vídeo de 2008 é na forma como ele construiu a trilha sonora. Os dois primeiros vídeos usaram trechos não licenciados - e muito controversos - de músicas. Para o vídeo de 2008, ele encomendou uma peça original de música “Praan”, usando o texto The Stream of Life de Rabindranath Tagore. O mais impressionante para mim, foi ele assumir a controvérsia sobre o uso pelo Deep Forest de uma canção de ninar das Ilhas Salomão e realizar uma série de viagens e investigações para encontrar os descendentes de Afunakwa, a mulher que cantou a canção original. Eu tenho escrito sobre a busca de Harding aqui, proporcionando um contexto para sua busca pela família Afunakwa, e eu fiquei profundamente emocionado ao ver o seu post no ano passado dizendo que ele havia localizado descendentes de Afunakwa e criado um fundo que tornará possível a eles ir à escola, graças à generosidade de Matt.

Ouvi Matt falar no TED em 2009 e ficou claro que ainda faltava alguma coisa para ele com relação aos vídeos de dança. Executando uma dança patética na frente de pessoas que possuíam ricas e sofisticadas tradições de dança é como “mochilar” ao redor do mundo, enquanto se come somente em McDonalds. Na TED, Matt nos disse que seu próximo vídeo apresentaria danças de todo o mundo, e ele prosseguiu tentando ensinar-nos o pequeno trecho de dança indiana que enfeita o terceiro vídeo. Não funcionou muito bem - a platéia do TED não foi suficientemente graciosa ou tola para curtir o momento - e eu me perguntei se o esforço de Matt para transformar um projeto bobo em uma tentativa genuína de conexão morreria na praia.

Isso não aconteceu. O quarto vídeo de Matt foi lançado hoje, e é lindo.

Ele começa com Matt tomando aulas de dança: nas ruas de Kigali e Sevilha; em um estúdio de balé na Síria; em um ginásio na Pensilvânia; em um salão de mármore em Pyongyang. Enquanto a música se desenvolve, Matt está dançando, com profissionais e amadores, realizando gestos que são uma mistura de tradições locais e estilos globais. As multidões ficam maiores, e dezenas, às vezes centenas de dançarinos aparecem de um lado, em um canto do mundo, e um grupo de dançarinos aparece do outro, aparentemente respondendo, de outro canto. É um pouco como o belo THRU YOU de Kultiman, mas desta vez os participantes sabem que são parte de um todo maior, para dançar com Matt e para dançar com o resto do mundo.

Os primeiros dois vídeos de Matt me fizeram sorrir - seus dois seguintes me fizeram sorrir e me fizeram chorar. Os momentos que me pegaram são pequenos, como o corte, em seu vídeo de 2008, entre a dança com um grupo feliz em Israel e um pequeno grupo de crianças na Palestina. Desta vez, ele dança com quatro belas mulheres em um estúdio de balé em Damasco. Seus rostos são borrados, para sua segurança, um gesto que é prático e profundamente poético. Matt dança com uma mulher regiamente preparada em Pyongyang, cercados por uma multidão de homens em ternos elegantes e mulheres em vestidos elegantes. O vídeo não se envolver nos constrangedores tiros vazios da Coreia do Norte que retratam a nação como uma aldeia Potemkim, um grande engodo - ele dá o passo radical de mostrar os norte-coreanos como seres humanos, sorrindo e rindo do estranho padedê de Matt.

Ele ainda dança mal, mas agora Matt tem o mundo como seu professor de dança.

Eu usei a história de Matt para fechar uma palestra que dei na ROFLCon em 2010, incitando o público a encontrar maneiras de usar a internet para se conectar com outros cantos do mundo, e não simplesmente para rir deles. Não há nada inerente à internet que garante que vamos usá-la para se ligar a pessoas de outras línguas, culturas e nações. Mas não há dúvida, a internet torna isto mais fácil para aqueles que optarem por fazê-lo. O trabalho mais recente de Matt e Melissa é um tributo ao poder da internet para ampliar, não estreitar, nosso mundo se estamos dispostos a saltar para dentro da moldura e dançar.


Um adendo rápido: Eu sei que existem críticas válidas sobre o projeto de Matt, com base no impacto ecológico das emissões de carbono ao voar ao redor do mundo para dançar com as pessoas; sobre o privilégio econômico, de classe e racial que o permite bancar um tolo fora de si no primeiro vídeos, e neste vídeo amplificar as culturas de outras pessoas. E você certamente poderia indicar que a arte de Matt é agora o seu negócio, e que as empresas patrocinadoras é que tornaram possível este vídeo. Meu palpite é que Matt iria até admitir muitas destas colocações. Mas devo também salientar que ele está usando o vídeo para levantar fundos para sete das organizações que o ajudaram a dançar, no Afeganistão, Ruanda, Iraque, Haiti, Tailândia, Síria, e com uma companhia de dança verdadeiramente especial em Oakland, Califórnia. Se os vídeos tocaram você, por favor considerar a possibilidade de apoiar estas organizações.


Tradução livre, por Luciano Sother, do artigo original When the world is your dance teacher, de Ethan Zuckerman, publicado originalmente em seu blog My Heart’s In Accra em 20/06/2012 com a licença Creative Commons - Atribuição 3.0 Estados Unidos (CC BY 3.0).

Links relacionados:

28 6 / 2012

O que Seria Mais Irado que Uma Viagem Espacial?

Uma pessoa fatura uma bolada e decide gastar $400.000 em uma viagem espacial. Conversando com amigos, percebe que haveria inúmeras outros usos para um montante como este, mais interessantes e até mais nobres. Ela, então, se arrepende e cancela a reserva.

Após pensar muito tempo em como poderia usar este dinheiro de uma maneira mais responsável e divertida, chega, então, a uma missão totalmente irada:

Doar mil dólares por dia, para qualquer um que faça algo positivo com a grana!

Além disso, ela publicaria o resultado na internet, criando uma Galeria dos Sortudos, contendo entrevistas e fotos, documentando a experiência e as histórias de cada um.

Assim nasceu a sensacional WeAreLucky!

E você, tem alguma projeto irado, precisando de um empurrãozinho? Envie-nos sua proposta agora mesmo, queremos ajudar!

05 6 / 2012

Procura-se projetos irados

A definição da palavra “Awe” na Wikipédia começa da seguinte forma: “Awe is an emotion comparable to wonder but less joyous, and more fearful or respectful”. Ou seja, é como estar maravilhado com algo, mas não tão cheio de felicidade e sim com uma ponta de medo ou respeito. Começo dessa forma, pois acho apropriado pensarmos na origem da palavra “awesome” para entendermos que projetos estamos procurando. Algo que inspira um sentimento de “awe”, nos maravilha e ao mesmo tempo nos instila um certo respeito. O significados atual mais comum de awesome é “excelente”, “digno de nota” ou ainda “inspirador”. Creio que todos esses sentidos, podem nos orientar na elaboração de projetos para enviar para o capítulo carioca recém fundado.

“Irado” é um termo que traduz muito bem a sensação de “awesome” para o carioquês. Creio que o ponto definitivo na avaliação de um projeto é quando passa pela nossa cabeça o pensamento “Isso é IRADO, alguém deve fazê-lo!”. Além disso os “Nove Princípios Irados”, publicados aqui anteriormente, são um excelente guia para montar o seu projeto.

Você já ouviu falar de um laser infra-vermelho que detecta o movimento de uma pessoa na sala e emite energia suficience para mantê-la aquecida? Pois é, o interessante é que é uma abordagem muito mais barata e consome muito menos energia do que aquecer todo o ar da sala. Mesmo com suas limitações, penso nesse projeto e imediatamente a palavra irado me vem à mente. E que tal se um maluco colocasse uma roupa daquelas tradicionais de gondoleiros venezianos e te levasse por um passeio dentro de uma banheira com rodas no meio da rua? Irado! Fazer pessoas se encontrarem para trocar cartas de amor anônimas! Ensinar crianças a plantarem em hortas dentro das escolas e usar os vegetais nas cafeterias dos próprios estabelecimentos de ensino. Irado!

Enfim, acima descrevi alguns exemplos que vi no site da Awesome internacional. Lá você encontra diversos outros projetos que podem servir de inspiração para o seu. Sei que existem vários projetos irados aqui no Rio, eles estão apenas escondidos, na cabeça de pessoas inventivas e apaixonadas. Você pode ter uma dúzia deles dentro de si enquanto lê esse texto. Envie seu projeto, quanto mais recebermos melhor. Mas antes de enviá-lo, elabore-o com carinho, e diga como pretende implementá-lo. Diga como pretende investir o apoio que receberá. Mesmo que seja apenas o início de algo maior, o investimento precisa ser usado para tirar a idéia do papel. Seja sincero e pense se ele é realmente irado. Pois é com o mesmo carinho e sinceridade que escolheremos o nosso primeiro projeto.

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10 5 / 2012

Primeira rodada de projetos no Rio começou!

Então, já que começou, bora lá.

O prazo para envio de projetos vai de hoje, dia 10 de Maio até dia 10 de Julho. Inicialmente, o prêmio sairá a cada dois meses para o projeto que os dez trustees acharam mais irado. Vale qualquer coisa. Só tem que ser massa mesmo! Lembrando que ele tem que estar no Rio de alguma maneira. Na dúvida, manda igual. A gente sempre pode ajudar.

Os projetos que, por algum motivo, não receberem o prêmio principal, mas que a gente aprendeu a amar, também terão uma chance de receber fundos. Como? Então, teremos uma página especial no Catarse.me para o pessoal tentar conseguir essa grana através da rede de contatos, divulgação e all that jazz. Ajudaremos na estruturação do projeto, recompensas, roteiros de vídeo e afins, e vamos cruzar os dedos juntos.

Outra coisa. Dependendo da quantidade de projetos que entrarem, e do formato que eles vierem, estamos pensando em fazer rodadas de curadoria ao vivo, em algum bar/café aqui pelo Rio. Mas dai avisamos por aqui, e pelo Facebook, o que vai se passar nas próximas semanas.

Queremos vários projetos na rua para deixar o Rio ainda mais awesome. Qualquer dúvida, chega mais: rio@awesomefoundation.org

Cheers!

Oi, Rio

10 5 / 2012

Os Nove Princípios Irados

Quer saber o que é uma idéia irada? Um bom indicador é ela possuir estas características:

  1. Novidade 
    Essa idéia é totalmente nova?

  2. Bondade 
    É uma idéia que deixa as pessoas felizes ou ajuda as pessoas?

  3. Grandeza / Inclusão 
    Tem o potencial de atingir muitas pessoas? Qualquer pessoa pode participar?
     
  4. Hilaridade 
    Nos fará rir?
     
  5. Fator Uau! 
    Vai fazer a gente dizer: “Caramba, isso é incrível” ?
     
  6. Utilidade 
    R$ 1.000 faz a diferença entre o projeto acontecer ou não?
     
  7. Valor 
    De tudo o que poderíamos fazer com o dinheiro, investir nesta idéia é a melhor opção?
     
  8. Perenidade 
    O projeto pode se sustentar? Ele vai iniciar um movimento, um evento anual?

  9. Zero Impacto Ambiental 
    Resíduos desnecessários não são irados.
     

E aí, sua idéia é irada? Queremos ajudar! Envie sua proposta!

Referência: What is Awesome - Blog da Awesome Foundation